1 de jul de 2014

Crítica: Constantine, a Série



Eu curto o filme do Keanu Reeves, apesar de tudo, tem coisas legais... mas vamos combinar, desde a primeira imagem liberada net até o final do primeiro capítulo, a série que adapta Hellblazer à TV é MUITO. FODA.


Em momento nenhum, John Constantine fica parecendo um cosplayer atuando de forma escolar. Constantine é real, é um sacana, tem seu amigo de infância Chass consigo, tem suas camadas de personalidade exploradas, embora o foco do episódio 1 seja mostrar que o personagem é o mesmo que vimos nas páginas dos Quadrinhos. Esqueçam o bosta dos Novos 52, aquilo nunca faria jus ao personagem fodão que conhecemos. O das HQs se foi (sim, realmente considero o Constantine dos Novos 52 o fim do personagem). Não só pelo jeito debochado ou a caracterização extremamente bem feita, mas pela atmosfera que é criada. A sensação é a mesma de ler as revistas da Vertigo ou os encadernados que a Panini de vez em quando nos traz.


É curioso como nas HQs, os autores misturam elementos de ocultismo (palavra de bruxo, hein!) simplificada (e alterada) para paltar algumas explicações. Isso ajuda com a atmosfera mística que Hellblazer ganhou, principalmente a partir dos anos 2000 que perdurou até o reboot da DC. É este Constantine, é esta atmosfera que temos. O Constantine da melhor fase de Hellblazer atuando na melhor série de TV.

Crlh, pra ser direto: nota 8 de 10.


Sobre os cigarros, que não apareceram nas imagens de divulgação, estão lá, em um momento, de maneira tão sútil, mas que te faz entender que a série foi feita para todos, mas sutilmente para os fãs. Leitores de "Os Livros da Magia" e do Universo DC terão boas surpresas!

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