28 de mar de 2013

Falando Sério #03 – Affonso Criou um Tremendo Universo Solano!


Bom, quando eu vi as primeiras imagens do Espadachim de Carvão – ainda em seu hotsite – o livro tinha me despertado a atenção. Ao ouvir Affonso comentar nos episódios do MRG (Matando Robôs Gigantes, Podcast sobre Cultura Pop) sobre Kurgala e uma breve explanação de Adapak, me empolguei.

O "misterioso" banner  que marcava o lançamento
do Espadachim de Carvão


Affonso Solano, a mente por trás do
Mundo de Kurgala
Affonso Solano com certeza criou um dos melhores – e mais ricos – universos que eu já tive o prazer de ler. Todo o Cenário bem voltado para o RPG do livro é um ponto positivo que me fez querer continuar a ler a história até o fim. As raças, as cidades, os Dingirï. Tudo é muito interessante no livro. As ilustrações dos capítulos dão um ar ainda mais de RPG para o livro, o que me fez sentir estar lendo um Manual do Aventureiro, ou algo do gênero.

Senti o mesmo fascínio que eu senti lendo Holy Avenger. Série de Mangá escrita por Marcelo Cassaro que também era base do 3D&T, Sistema de RPG Brasileiro. O qual também me voltou a jogar RPG de mesa, lá em 2009. Senti o mesmo prazer de ler algo de um autor brasileiro quando coloquei minhas mãos na minha edição de A Batalha do Apocalipse de Eduardo Spohr três anos atrás.

O livro em si, tem uma narrativa muito boa, que lembra bastante às histórias de Conan, o Bárbaro. Misturando a Magia com a Espada. Além disso, Adapak (nosso Espadachim de Carvão) me lembrou muito o personagem Kenshin Himura, de Rurouni Kenshin. (Samurai X). O misto de ser um cara letal com a espada e ao mesmo tempo ser alheio ao que se passa ao seu redor, tendo uma visão diferente, chegando a ser ingênua – e bem interessante – das pessoas e do mundo a sua volta.

O Espadachim de Carvão, do Selo Fantasy.


Outra coisa do livro que me impressionou e me deixou bem empolgado, foram Os Círculos. O Estilo de luta que Adapak usa é incrível. A forma como Affonso também narra os movimentos do Espadachim o favorecem em transformar o estilo em um dos melhores estilos de luta que eu já li. Além das Espadas Gêmeas Igi e Sumi que contribuem para que o modo que Adapak luta seja tão legal.

Afinal, qualquer pessoa que luta com duas Espadas é bem irado, não?

A minha pequena crítica – que é mais um mimimi – é que o livro é pequeno. Não que isso seja ruim, mas é que eu queria ler bem mais sobre o mundo de Kurgala e entender todo esse maravilhoso Universo que o Affonso acabou criando. É um livro que até mesmo quem não gosta do gênero de fantasia deve ler. Até pelas camadas mais afundo que ele leva sobre os Dingirï e tudo mais. Se bem que esse só o Primeiro Volume da série e estou já no aguardo do Segundo.


E ao maior estilo MRG para finalizar essa minha opinião fecal, eu PILOTO O ESPADACHIM DE CARVÃO!

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