19 de jul de 2012

Lidando Com A Raiva de Charlie Sheen! Falamos Sobre Anger Management!

"Você não pode me demitir! Eu me demito!"



Ok, é a primeira vez que paro pra falar de uma série, talvez porque é a primeira série que realmente  paro pra assistir neste ano. Vi meio episódio da segunda temporada de Game of  Thrones, mas só isso.  Outra coisa que tenho que dizer é que gosto muito de Two and a Half  Man (aliás, quem neste Brasil não gosta? Difícil encontrar), mas não assisti a muitos episódios. Talvez eu deva ter assistido a uns 40 episódios, espalhados entre as muitas temporadas. De primeira, quando a série estreou no SBT (sim, galera, estreou no SBT há muito tempo, se não me engano em 2006 e foi lá que eu vi primeiro) eu não achei muito engraçado. Mas aí foi só parar pra ver melhor e perceber que o que se tinha ali era uma coisa muito, muito legal. E era legal porque tudo podia se centrar naqueles três personagens. Cada episódio poderia abordar um ou vários deles em seus aspectos peculiares e em como esses elementos mudam conforme o tempo passa e a série e o trio crescem.

Aí o Charlie Sheen saiu. Ok, Ashton Kutcher é engraçado, mas não é o Charlie Harper (como é chamado na série)! Em Game of Thrones você tem personagens saindo de forma inesperada (leitores entenderão), mas é uma trama muito complexa. A perda dos personagens em GOT é parte essencial para que outros acontecimentos venham. EM Two and a Half Man, não. Nós sabemos que Charlie Sheen saiu da série por motivos externos, mais relacionados à  vida do Sheen do que a do Harper.

Quando eu li que ele ia sair, achei errado continuarem a série com um outro personagem principal. Você pode até tentar manter algumas características do primeiro protagonista, mas indubitavelmente, o tom vai ser outro e a série vai se transformar em outra coisa. Então Two and a Half Man continua sendo muito legal, continua sendo muito engraçada, mas não é mais o mesmo Two and a Half  Man de sempre. É estranho assistir e ver que está faltando algo, está faltando o personagem que foi o maior chamariz pra série.



Anger Management é muito engraçado. Sim, parece e muito com Two and a Half  Man (não só nos textos, mas em alguns personagens e até mesmo na decoração da casa!), mas ela tem o que esta última perdeu: Charlie Sheen. O personagem está mudado, agora parece responsável e sóbrio, mas, cara, é o Charlie. E vai ser impossível assistir sem a memória da outra série. E aí foi onde senti o maior peso. Talvez se esta tivesse surgido primeiro, sem dúvidas não faria diferença, mas não surgiu. Eu vejo Two and a Half Man e sinto falta do Charlie. Eu vejo Anger Management e sinto falta de Alan e Jake.


A série mantém o ritmo de Two and a Half Man, mas com outros personagens e algumas alterações. Charlie interpreta um terapeuta que teve problemas com raiva no passado e agora ajuda pessoas com problemas parecidos ao seu. Talvez não por acaso, o tema seja esse, a primeira e genial piada da série representa muito bem isso. Charlie esteve com problemas e encontrou uma maneira de lidar com isso, então que pelo menos nos proporcione muitas boas piadas. E as várias temporadas de Two and a Half Man nos provam que o Charlie, seja o Sheen, o Harper ou Goodson, tem fórmulas de sucesso e de diversão.



Propositalmente não falei sobre algumas personagens especificamente pra vocês terem as mesmas impressões que eu tive. Alguma coisa assim.

Nota 6 (de 10, o que não é ruim).

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